O fascínio pelas capas dos discos de vinil começou na infância: imagens, tipografia, cores e formas coexistindo em um mesmo espaço.
Na adolescência, esse interesse se transformou em direção. Criar capas passou a ser a interseção entre música e linguagem visual.
Não se trata de ilustrar, mas de expandir a obra, dando forma a algo que já existe no som.
Com mais de 30 capas desenvolvidas entre singles, EPs e álbuns, sigo trabalhando nesse território onde escuta e imagem se constroem simultaneamente.