A pintura sempre esteve presente, inicialmente como prática e, posteriormente, como linguagem.
O uso do acrílico reflete uma relação direta com a tinta — rápida, decisiva e sem excesso de mediação.
Meu trabalho recente se estrutura a partir de um diálogo entre música e matemática, explorando ritmo, proporção e variação. Retratos e autorretratos aparecem como temas recorrentes dentro desse processo.